Sentimentos
AUTORA
Cargo: Professora do Ensino Fundamental – Anos Iniciais Nome do autor: Deosiclea Ferreira Stasiak
Turma: 4º Ano do Ensino Fundamental
Número de alunos: 19
As Emoções na Escola
O 4º anos da Escola Municipal Odemira Cunha estão participando de um projeto chamado Super Ação , onde a idealizadora Sharon Mendes, onde os alunos realização neste final de ano e início do ano de 2.027 atividades dirigidas acerca dos sentimentos, onde serão realizadas confecções de material, dinâmicas e atividades voltadas aos sentimentos e comportamentos das crianças.
Sheron nos assinala que a prática educativa acerca deste assunto Pra as crianças une o desenvolvimento socioemocional ao cuidado com o próprio corpo revela-se essencial para a sua formação integral. Nesse sentido, destacam-se a contação de histórias e as atividades voltadas às habilidades socioemocionais, somadas à orientação para o uso saudável das telas.
Desenvolver habilidades socioemocionais significa aprender a reconhecer, nomear e lidar com o que sentimos, além de compreender e respeitar o que os outros sentem. Por meio de atividades como rodas de conversa, desenhos, expressão corporal e trabalhos em grupo, as crianças aprendem a expressar-se com clareza, a ouvir, a colaborar e a resolver conflitos com respeito. Essas competências são tão importantes quanto os conteúdos tradicionais: são elas que ajudam a criança a construir autoconfiança, resiliência e relações saudáveis ao longo de toda a vida.
Vivemos em um mundo conectado, e as telas fazem parte da realidade das crianças. O desafio não é afastá-las da tecnologia, mas sim orientar um uso saudável. Isso significa conversar sobre o tempo de uso, sobre o que consumimos nas telas e sobre a importância de reservar momentos para brincar, conversar, ler e estar ao ar livre sem aparelhos. Quando a criança compreende que a tecnologia é uma ferramenta e não o centro de tudo, ela aprende a equilibrar: aproveita o que as telas oferecem de bom, mas também valoriza o contato com as pessoas, com a natureza e com a própria imaginação.
Ao unir histórias que tocam o coração, atividades que cuidam das emoções e orientações sobre o mundo digital, a escola cumpre um de seus papéis mais nobres: formar crianças que conhecem a si mesmas, que cuidam de si e dos outros, que sentem com profundidade e vivem com equilíbrio. Cada prática realizada é uma semente plantada: cresce devagar, com carinho, e dá frutos que duram a vida toda — uma vida mais calma, mais consciente e mais feliz.
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